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 A proposta é reunir os observatórios e os centros de referência dedicados à promoção da igualdade racial e ao combate ao racismo no Brasil

 Por Gabriela Lobato

Diante do compromisso de produzir conhecimento e fortalecer o diálogo em conjunto com os movimentos sociais ativos e atuantes nas principais regiões do país, o Observatório da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra dedicou-se, nos últimos dois meses, à produção do Mapeamento Regional Metropolitano Brasileiro de Organizações Negras, com a proposta de reunir os observatórios e os centros de referência dedicados à promoção da igualdade racial e ao combate ao racismo no Brasil.

O contingente populacional das cidades, bem como o da população negra de cada localidade, e a trajetória de defesa dos direitos dos negros e negras foram critérios de avaliação para o levantamento das regiões metropolitanas catalogadas. A equipe ressalta que a intenção é que as instituições presentes no mapeamento futuramente componham um mapa gráfico no site do Observatório.

Dessa forma, foram incluídas na pesquisa organizações nacionais com representação nos estados, instituições acadêmicas, núcleos de estudo e pesquisa, organizações estudantis, organizações não-governamentais, órgãos de promoção da igualdade racial, organizações dos movimentos negros, juventudes, mulheres e LGBTs, totalizando 90 organizações negras catalogadas.

Infográfico: Rafael Valentim

As regiões selecionadas estão distribuídas nas cinco macrorregiões brasileiras. Entre as cidades, estão Belém/PA, Belo Horizonte/MG, Curitiba/PR, Distrito Federal, Florianópolis/SC, Goiânia/GO, Manaus/AM, Porto Alegre/RS, Recife/PE, Rio de Janeiro/RJ, Salvador/BA, São Luís/MA e São Paulo/SP.

 

Conheça o Observatório

Criado em 2017, o Observatório da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra integra a Rede de Observatórios do Núcleo de Estudos em Saúde Pública do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da Universidade de Brasília (NESP/CEAM/UnB), em parceria com a Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde (SGEP/MS), por meio do Departamento de Apoio à Gestão Participativa (DAGEP). O Observatório conta com parcerias técnico-científicas de outras Instituições de Ensino Superior e Pesquisa, organizações não-governamentais, movimentos sociais, estudantes, redes sociais e comunidades.

 

 
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