Sobre o projeto

O presente projeto justifica-se devido a necessidade na formação de profissionais da saúde por meio de pesquisas aplicadas para a Atenção Primária à Saúde, tendo a diversidade de gênero.

Em países de dimensões continentais como o Brasil, que apresenta diferenças e desigualdades regionais, culturais, econômicas e sociais, promover a equidade mostra-se um constante desafio em decorrência da existência de grupos sociais invisíveis às ações das políticas sociais, que permanecem excluídos em função de sua condição sócio geográfica, étnica, orientação sexual e identidade de gênero.

Logo, é a partir da busca de conhecimentos que levem à autonomia pelo exercício da cidadania,  oportunizando o acesso ao conhecimento emancipatório como objetivo base desse projeto.

 

Objetivo geral:

Fortalecer as políticas de promoção da equidade do Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da  difusão de conhecimento sobre a saúde e o exercício da cidadania de adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social.

 

Objetivos específicos:

  1. Caracterizar  a situação de  saúde dos adolescentes  e jovens da Rede de Escolas  que integram o Sistema de Integração  Ensino, Serviço e Comunidade, com ênfase  nos seguintes aspectos: gravidez na adolescência,  violência doméstica, mortalidade por causas externas (homicídios, suicídios e acidentes de trânsito), prevalência do uso de álcool e outras drogas e das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST);
  2. Identificar a situação de vulnerabilidade de adolescentes e jovens da Rede de Escolas que compõem o Sistema de Integração Ensino, Serviço e Comunidade (SIESCO);
  3. Realizar oficinas e seminário de capacitação sobre  políticas de promoção da equidade com  os discentes  e docentes da Rede  de Escolas do Sistema  de Integração Ensino Serviço e Comunidade (SIESCO);
  4. Propiciar  aos professores  e estudantes discussões  e problematizações acerca das  estratégias de prevenção e promoção da equidade em  saúde, identificando situações de maior vulnerabilidade e que estejam relacionados com o risco de desenvolvimento dos  principais agravos de saúde (etilismo, trauma, violência familiar, negligências, discriminação, além de gravidez na adolescência);
  5. Estimular os professores às discussões que subsidiem a compreensão e atuação frente às situações de risco as quais os adolescentes e jovens estão expostos.

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